
Já não falo e pouco posso
Diante disso que em mim habita
Não é segredo... é razão.
Se o dissesse morreria na palavra
Já que nem sonho é...
Então não mais eu iria adivinhar a pele
O cheiro, ou o gosto...
Quem sabe olhar nos olhos
E pela primeira vez não dizer nada
Absorvida de sentir.
E o que posso eu diante do tempo?
Nada ...
Que alternando extremos,
Insano, cartesiano
Por um instante cedeu-me
Um momento de ser.
Convexa luta... dentro
Isso de não (querer) saber o que vem.
Abdicar? Nem a promessa
Então... adormece e sonha
E que eu possa sonhar estes sonhos
Já que os meus, sucumbiram
Para que eu pudesse (em)te viver.
Diante disso que em mim habita
Não é segredo... é razão.
Se o dissesse morreria na palavra
Já que nem sonho é...
Então não mais eu iria adivinhar a pele
O cheiro, ou o gosto...
Quem sabe olhar nos olhos
E pela primeira vez não dizer nada
Absorvida de sentir.
E o que posso eu diante do tempo?
Nada ...
Que alternando extremos,
Insano, cartesiano
Por um instante cedeu-me
Um momento de ser.
Convexa luta... dentro
Isso de não (querer) saber o que vem.
Abdicar? Nem a promessa
Então... adormece e sonha
E que eu possa sonhar estes sonhos
Já que os meus, sucumbiram
Para que eu pudesse (em)te viver.




