Levanto com a cara amassada do sono que não dormir...Que mulher estranha eu me tornei diante do espelho ...a minha simpatia matinal me inquieta,quero abortar o meu ser simplório esculpido entre os vãos da minha face.Aprecio o meu cabelo comprido e anelado que cultivo a anos...aterro meus dedos num carinho de saudades que já não quero sentir...pretendo cortá-los ...numa tentativa também de mudança exterior,nessa procura necessária do novo.Começo aqui.
26052010