[(des)rima]
É o mar
Está em fúria
Está em fúria
Naquele mesmo mar
agora verte sangue.
Quebram-se ondas revoltas
Espalham-se as memórias
E toda visão transborda vida vazia
Como os anjos disseram
Guardiões lunar de todo pecado vã
As respostas estão no abismo
Que abriu-se na arrebentação
E dizem mais...
Não há tempo ,dizem
De rimas e luz
É agora a terra chamando
Em dias de plantio
Seca estiagem... assombra
Entregues a solidão
Velas, fogueiras queimam.
Corre de dentro do coração da noite eterna
O fogo vermelho...alastrando-se
Uniu-se ao vento
Açoitam peles...
Cerzindo o próprio destino.
E aquela rosa cinzenta antes tão suave... embruteceu
Despetalado-se
Toda essência... sangra
agora verte sangue.
Quebram-se ondas revoltas
Espalham-se as memórias
E toda visão transborda vida vazia
Como os anjos disseram
Guardiões lunar de todo pecado vã
As respostas estão no abismo
Que abriu-se na arrebentação
E dizem mais...
Não há tempo ,dizem
De rimas e luz
É agora a terra chamando
Em dias de plantio
Seca estiagem... assombra
Entregues a solidão
Velas, fogueiras queimam.
Corre de dentro do coração da noite eterna
O fogo vermelho...alastrando-se
Uniu-se ao vento
Açoitam peles...
Cerzindo o próprio destino.
E aquela rosa cinzenta antes tão suave... embruteceu
Despetalado-se
Toda essência... sangra
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