
Na clareira, um uivo tem som de fúria... são aqueles sons ,apressados sons que nos abandona...de dentro da floresta negra a alegria da festa,deleite-se no vinho do renascimento...querido amor, ouça...descanse, deite as armaduras no chão do esquecimento como eu, clame..despiste os fascinados pela derrota dos nossos corações em chama, o que eles nos dão é o paraíso com o prazer assombrado,nos vestem do medo de suas entranhas onde cada viagem é um sonho distante... Ternura da minha alma seja um poço de amor fluindo... Como pássaros fazemos ninhos,aninhamo-nos na nossa cama nupcial...guia-me então querido amor ao conforto do teu silêncio...devaste os jardins infértil,floresça nessa canção..desafie o inesperado dos dias,mantendo o fogo no coração do tempo dentro do tempo... até que o amor nos desampare.
26022011
05:26




