E disse ela
...era o desejo a conduzir aonde somente nos em nossos desvarios, sabiamos ir.A penumbra,a melodia do vento que uivava esvoaçando as cortinas num ato de furia.A fúria que fora feito dos nós,dois bichos desejando em jaulas diferentes...ávidos, envoltos na saudade...sinfonia de sons e silêncios.
Somente agora descobrira que havia feito um ninho...pra cuidar, proteger,ver crescer,ver voar...
(Cartas para ninguém-construindo)
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