...em algum momento entre tantas conversas alguém disse-me..."Mas então não acreditas mais no amor..." disse eu: engana-te,agora é que minha crença tornou-se imensa.Não no amor que vem em busca de fogo e vai-se quando o vento sopra, e tem a duração do início de uma estação.Acredito no amor que aquieta a alma mesmo em meio a tempestade, no que vem não importando se a casa está em ruínas e faz dalí o seu lar, reconstruindo-se, reinventando-se dedicando-se ao agora ,pois é agora que se vive, reside,intensifica-se...O que acende num simples abraço.
Digo-te, entre tantas coisas que poderias oferecer-me...dá-me apenas o teu colo e deixa-me assim, a descansar nessa paz.
Desdemona-sem Otelo-