São tantas as palavras que me passam aptas a fazer rimas,mas não as quero...quero o descompasso ,a desestrutura de cada uma delas nessa tentativa de juntar-me ao meu pensamento.Nada que me saia da alma e volte cansada e melancolicamente estável...quero o pulsar desconsertante como um grito de espera,o intevalo onde não caiba esse estado sufocante e cruel das rimas de palavras previsíveis.
EU na primeira pessoa do presente verbo VIVER.