Para onde quer que nos voltemos na tempestade de rosas, a noite ilumina-se de espinhos, e o trovão da folhagem, antes tão leve nos arbustos, segue-nos agora de perto. Onde quer que se apague o incêndio das rosas, a chuva inunda-nos o rio. ... mas uma folha ... é levada pelas ondas e segue até à foz.
 Ingeborg Bachmann
Tenho tentado,mas as vezes parece tudo tão inútil...habita aqui uma alma cansada.