[das promessas]que(intimamente)se fez
Espera-me e eu voltarei,
mas espera-me muito.
Espera-me quando cair a neve
e chegarem as chuvas tristes,
quando chegar o calor,
não deixes de esperar.
Espera-me, quando já
ninguém esperar e se tiver
esquecido já o ontem.
Espera-me mesmo que as cartas
não cheguem de longe.
Espera-me quando todos
estiverem já fartos de esperar.
Espera-me e eu voltarei,
não ames – peço-te –
quem repetir de memória
que é tempo já de olvidar;
mesmo que mãe e filho julguem
que eu não existo mais.
Deixa que os amigos...se cansem de esperar e bebam
vinho amargo em memória de mim.
Espera-me e não
te apresses a beber o teu vinho.
Espera-me e eu voltarei,(porque)
Jamais compreenderão
aqueles que jamais esperaram.
...saberemos tu e eu,
porque simplesmente me esperaste,
como ninguém me esperou.
Espera-me...
mas espera-me muito.
Espera-me quando cair a neve
e chegarem as chuvas tristes,
quando chegar o calor,
não deixes de esperar.
Espera-me, quando já
ninguém esperar e se tiver
esquecido já o ontem.
Espera-me mesmo que as cartas
não cheguem de longe.
Espera-me quando todos
estiverem já fartos de esperar.
Espera-me e eu voltarei,
não ames – peço-te –
quem repetir de memória
que é tempo já de olvidar;
mesmo que mãe e filho julguem
que eu não existo mais.
Deixa que os amigos...se cansem de esperar e bebam
vinho amargo em memória de mim.
Espera-me e não
te apresses a beber o teu vinho.
Espera-me e eu voltarei,(porque)
Jamais compreenderão
aqueles que jamais esperaram.
...saberemos tu e eu,
porque simplesmente me esperaste,
como ninguém me esperou.
Espera-me...
Konstantin Simonov




