...de volta ao convés,reabro o diário de bordo.
Nuno Júdice
Perguntou-me o que é que eu escrevia... Respondi-lhe que me
escrevia a mim.Escrevo-me. Escrevo o que existo, onde sinto, todos os lugares
onde sinto. E o que sinto é o que existo e o que sou. Escrevo-me nas palavras
mais ridículas: amor, esperança, estrelas, e nas palavras mais belas:
claridade, pureza, céu...(apenas escrevo)
José Luiz Peixoto
José Luiz Peixoto




