[daquilo que me cabe tão bem]
...de volta ao convés,reabro o diário de bordo.
Nuno Júdice
Perguntou-me o que é que eu escrevia... Respondi-lhe que me escrevia a mim.Escrevo-me. Escrevo o que existo, onde sinto, todos os lugares onde sinto. E o que sinto é o que existo e o que sou. Escrevo-me nas palavras mais ridículas: amor, esperança, estrelas, e nas palavras mais belas: claridade, pureza, céu...(apenas escrevo)
José Luiz Peixoto

Novembro: let it go