...e por falar em faxina
Vamos dizer quê...a bagunça interna me incomoda, e vejo mesmo que anda longe de se ver arrumada já que a limitação do ser é inacabada...já vimos e sentimos tanto, e ainda existe outros tanto pra se ver e sentir. Gosto mesmo de escrever qualquer coisa do meu sentir e viver, isso ajuda, porém  não me organiza, imprime, mas não organiza. Como outros por aí, me vejo zilhões de coisas, e nem  querendo posso me traduzir...carrego uma espécie de peso ancestral, o peso emitido de consequências, de frustrações(essa, uma luta diária pra conseguir lidar)de coisas que ainda e sempre acontecem em volta, escolhas de outros que decidiram por mim, e atingem feito flecha, certeira...não tenho tato pra falar do passado, a simples imagem de me ver arrastar correntes apavora, ou a infinita frustração de saber que o que não fez sentido lá, continuará a não fazer aqui...
Um querido meu, sempre diz que tudo em mim é precoce, por  tantos acontecimentos concebidos, desde o meu nascimento(gosto de dizer que é porque sou de 8 meses)...a minha avidez interior em que tudo seja pra ontem na busca do conhecimento pela minha verdade , já denota isso...o que penso mesmo com um ‘Q’ de certeza  é que aprendi muito cedo a reagir,e até mesmo a me moldar a estas verdades súbitas que vão revelando-se.

mera questão de sobrevivência